Brigitte Friedrich
Ich dachte erst es wäre von dir. Zum Teil gefiel es mir, dann aber auch wieder nicht. Ein bisschen seltsam war es schon :-)
Ralf Henze
ist halt Kunst. Nicht immer jedermanns und -fraus Geschmack.
Arte Projeto Salamandra
Meine Kunst ist seltsam
Brigitte Friedrich
Heißt du jetzt auch Albrecht? Ich mag euch ja beide,( euch Künstler) aber du bist unkomplizierter.
Brigitte Friedrich
Wenn der/die KünstlerIn das selbst so sieht bin ich beruhigt.
Es war wirklich nicht schlecht, man kam ins Nachdenken, aber wie gesagt etwas ungewohnt ;-)
Ralf Henze
danke für´s Lob. Künstler sind wir doch alle, oder? Lebenskünstler. :-)
Und wennjemand nachzudenken beginnt, so ist doch meist das Ziel erreicht.
Brigitte Friedrich
@ Ralf Ich glaube du bist sie? Mir kannst du es sagen, ich fühle es ;-))
Ralf Henze
wer weiß! Ich weiß es nicht, aber vielleicht andere, Du?
Arte Projeto Salamandra
Ich sprach über viele Dinge, sprach vor allem von meinem Leben
Brigitte Friedrich
Ich bastle mir das mal so vielleicht seid ihr auch befreundet und doch 2 verschiedene Personen. Ich wünsche Euch Glück und Erfolg zusammen, oder auch getrennt, wie's die Götter wollen...
Ralf Henze
befreundet sind wir un dich bewundere ihre Energie. Mehr ist aber auch nicht zwischen uns. So beschlossen´s die Götter
Helmut Windolph
ich finde ihre Kunst nicht seltsam.
es weckt Gedanken in mir!
Ralf Henze
sehr gut! Du hast lässt sie in Dich eindringen!
Arte Projeto Salamandra
Kunst heile meine Seele
Helmut Windolph
Ralf,ja natürlich!
sehe mich selber sogar darin!
Helmut Windolph
Assoziation...
Brigitte Friedrich
@ Liebe Arte projeto Salamandra,
da Sie/Du so schön Deutsch sprechen können/kannst,
möchte ich sagen dass mir Ihr/ dein > letzter Kommentar einiges eröffnet hat. Außerdem war ich bei Ihren/deinen Bildern u. habe sie mir angesehen. Sehr intressant für mich als Lebenskünstlerin. Herzliche Grüße über das Meer, Brigitte
Arte Projeto Salamandra
Mein Leben
Kindheit
viele Freuden
Vielen Leiden
viele Bäume... Ver mais
und viele Tote
Vielen Dank liebe
Sie sind hier
Brigitte Friedrich
Ich habe es im Nachhinein besser verstanden, nachdem ich mir alles angesehen habe. Wenn du mal ein Wort nicht verstehst, Ralf ist ein ganz lieber FB-Freund er kann das ja dann übesetzten. Ist Salamandra dein Name? oder ein Künstlername? :-)
Arte Projeto Salamandra
Salamandra den Namen werden unser kollektives
Mein Name: Adriane
Ich danke Ihnen für dieses Gespräch
Ich glücklich
Brigitte Friedrich
@ Ralf,
ich habe festa juniana bei dir besucht. Das waren aber viele Bilder, wunderschön! LG
Ralf Henze
obrigado, Adriane!
Moin , Ihr. Ich muss ja lächeln. Und danke für´s Lob, Brigitte
Giuzzeppi Coalhada-12:43-Visível somente para amigos selecionados(Enviado pelo orkut para celular)
achei sensacional
maravilhosamente tocante
-Visível somente para amigos selecionados(Enviado pelo orkut para celular)
vc não precisa inspiração nenhuma pra escrever ou agir
sou muito insignificante
mas quando voce escreve uma coisas destas, me sinto coolll
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
te adoro e adoro o que vc faz
vc sabe o que faz
por isso faz bem feito
visualizar o recado inteiro
recolher recado
visualizar o recado inteiro
recolher recado
simplesmente adorei....
pena que nao estive ao vivo...tudo uma semana antes de um outro grande evento que foi um arraso.... bjxx
Werner Rohmann
Erotic Scene, Mural Painting, Wat Suwannaram, Bangkok X Plastic
Lola
A Cópula
Depois de lhe beijar meticulosamente
o cu, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce,
o moço exibe à moça a bagagem que trouxe:
culhões e membro, um membro enorme e turgescente.
Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinenti,
Não pode ele conter-se, e, de um jacto, esporrou-se.
Não desarmou porém. Antes, mais rijo, alteou-se
E fodeu-a. Ela geme, ela peida, ela sente
Que vai morrer: – "Eu morro! Ai, não queres que eu morra?!"
Grita para o rapaz que aceso como um diabo,
arde em cio e tesão na amorosa gangorra
E titilando-a nos mamilos e no rabo
(que depois irá ter sua ração de porra),
lhe enfia cona adentro o mangalho até o cabo.
Assuntos: boca, morrer, Sexo, sua, Ter
Autor: Manuel Bandeira
A realidade da máquina?
..."Depois de mais umas tres gozadas ele começa e me foder mais de longe. Deixa o corpo descolado do meu e me come enfiando o caralho mais forte e vigoroso em mim. Seu rosto muda, fica mais bicho e nada gente."
Imaginando: chegando na cama e saindo dela
Queria vê-lo. E teria que ser assim. Eu chegaria e ele abriria a porta. Eu veria seu rosto, seus olhos carinhosos, seu sorriso leve. A seguir olharia pro desenho do seu pescoço de homem, e seus ombros sutilmente desenhados. Veria então seu peito forte por debaixo da blusa e seu pau ruivo e mole se insinuaria na situação. Então me emocionaria e me jogaria em seu peito, com a boca colada na dele dizendo: ai que saudades meu gato, meu tesão, meu amor. Minha boca já estaria aberta e eu o beijaria de leve, com minha lingua delicada e tarada penetrando de leve sua boca e sofrendo em seguida a doce angústia de ser penetrada pela lingua desejosa dele. Ele não ligaria para a porta aberta, e me abraçaria com um tesão que de repente acorda. Eu começaria a apertar minha púbis contra a dele, de forma cada vez mais intensa. Ele não aguentaria, pararia de me beijar e roçaria seu pau a caminho de ficar completamente duro na minha púbis, como um cão metendo em sua fêmea, enquanto vê no meu rosto todo meu tesão vunerável. Pararíamos, ele fecha a porta e diria: vou fazer xixi...vai para o quarto e me espera pelada. Eu vou. Tiro a roupa com vergonha, eu sei que ele vai chegar vestido. Isso me torna aberta.
Fico lá a imaginá-lo abrindo as calças, tirando o pau pra fora e o segurando enquanto mija. Imagino aquela urina forte saindo, imagino ele lá mijando enquanto sabe que vai me comer depois. Aquele mesmo pau, que mija...eu quero o pau dele. Ele chega, só de camiseta e cueca. Que angústia fria, eu o quero, eu o quero, ele se demora a vir..e eu lá, nua, esperando. Ai que tesão, vejo seu desejo, vejo suas formas, vejo o contorno do seu caralho na cueca. Ele tira a blusa e eu vejo o corpo de um homem. Depois tira a cueca olhando pra mim. Vejo seu pau quase duro, seus pelos ruivos. Ele sobe na cama, com aquele caralho. Vem de joelhos até de mim, com aquele caralho, estou deitada. O animal tesudo na minha frente puxa meu quadril e só se abaixa pra colocar a boca molhada na minha boceta.Um vento fresco sopra no meu corpo enquanto sinto um calor umido envolvendo minha vulva ansiosa. Me chupa, me lambe. Ele faz isso sem falar uma palavra. Fico louca querendo um dedo fodendo bem leve e devagar minha boceta. Pego uma mão dele com a minha, manipulo-a para deixar só o indicador apontado e vou a levando até aquela minha boca que nunca se sacia. Ele trava as mãos, e num rápido movimento prende a minha. Continua me chupando e vai me convencendo a aceitar só aquela delícia de chupada não soltando minha mão. Finalmente me comporto, mas continuo angustiada. QUando já quase desisti, ele enfia o dedo, com calma mas sem aviso. Ai que tesão, eu quase morro. Começo a gemer fundo, lento e com raiva. Ele para, olha pra mim e me fala: você tá loca pra trepar, né minha vagabunda? Vira aqui, me chupa um pouquinho. Então deitamo-nos, minha boceta na cara dele, o caralho gostoso dele na minha cara. Ele começa a me chupar, de novo. Olho pro pau dele, sinto o cheiro, começo a lamber devagar, a lingua dele na minha xana e o tesão dele ficando mais intenso me excitam enormemente. Começo a querer o pau dele todo na minha boca. Vou lambendo e chupando, enquanto aperto bem de leve o saco peludo dele. O pau dele vai ficando cada vez mais duro, meu tesão cada vez mais gostoso. Chupo o pau dele desesperada, quase gozando. Ouço de leve os gemidos dele e com o pau duro minha boca, com a lingua pressionando cada vez mais forte para não mordê-lo, gozo gostoso. Gozo com aquele pau na minha boca, aqueles pelos, virilha, bolas nas minhas mãos. Gozou minha delícia? Agora vem aqui pra eu te comer um pouquinho. Pega o pau duro e passa no meu clitóris, olhando bem o que faz. Daí olha pra mim, lambuza o pau com a própria saliva e coloca a cabeça de leve na entrada daquela minha boca. Eu sinto o pau dele entrando. E ele vem bem devagar, chegando perto de mim. Então nos abraçamos. Que saudade, que alívio, que tesão. Voltamos para casa, aquela que é só nossa. Então ele começa e me foder bem devagarinho. Que caralho gostoso que ele tem. Sinto todo o caralho dele roçando, pressionando, me abrindo, me deixando louca pra gozar de novo. Começo a comê-lo também, e quanto mais meu tesão aumenta, mas fundas são as roçadas e estocadas que dou em seu caralho e em sua púbis. Ele fala: isso, me come minha puta. Eu encosto o ouvido em sua boca. A cada sacanagem que ele fala eu sinto o calor úmido da sua boca, seus lábios tesudos e seus pelos duros do rosto atiçando meus pelos a se eriçarem. Ele fala uma fala que me faz sentir minha boceta inteira, em cada detalhe. Gemo mais alto, roço e fodo mais fundo, ele fala: assim, assim. Fico louca. Goza meu tesão, goza, goooza, e quando vê que eu estou quase gozando, fala puto e forte: goza sua filha da puta! Gozo uma gozada louca. Esporra no meu caralho...eu gozo...
Depois de mais umas tres gozadas ele começa e me foder mais de longe. Deixa o corpo descolado do meu e me come enfiando o caralho mais forte e vigoroso em mim. Seu rosto muda, fica mais bicho e nada gente. Sinto o tesão dele amentando e falo carinhosamente: vem lindo, goza na minha boceta, enche minha boceta de porra. Esporra na minha boceta, vai seu filho da puta, esporra! Ele goza como um animal. E não para de gozar, treme inteiro com a boca escancarada, tentando enfiar o pau em mim o mais fundo e forte que consegue. O orgasmo dele é livre, grande, é só dele, adoro senti-lo gozar, ver aquela cara, sentir aquele orgasmo me envolvendo, dentro de mim. Sou a mãe dele quando ele goza. Goza na mamãe, meu tesão, eu penso, sem ousar falar e vendo-o nascer de dentro me mim novo em folha. Depois denascer, parece que ele acorda. Ele me olha, vem até mim. Nos abraçamos. Ele fala ainda tarado: gozou minha delícia, gozou gostoso? Gozei, respondo tímida. Silêncio... mas que bela trepada, hein?, ele fala sacana. Minha gargalhada... Começo a roçar de novo na perna dele. Já começou de novo minha safada? Não vou conseguir te comer de novo agora. Ele oferece a coxa para eu me roçar. Me provoca, me chama de tarada. Dá um tapinha bem de leve na minha bunda, que faz vibrar minhas nádegas até a minha vulva. Me excito num tesão fino, bravo e ressentido. Aiii, digo meio gemendo. Que é, minha vagabunda? Você gosta hein? Outro tapinha leve. Você é uma menina muito má, já quer gozar de novo, né sua vagabunda? Vou roçando brava na coxa dele, cada vez mais tesuda, cada vez mais tarada. Vou roçando, e aqueles tapinhas. Goza minha puta, a melhor das putas. Gozo. Mas é uma tarada!, ele exclama. Que mulherão! Mas não gosto só do seu sexo, gosto do seu charme, da sua inteligência. Você é poderosa, um bucetão! Rio, orgulhosa e tímida, ainda tarada, com um sorriso escancarado e aberto que faço força pra fechar sem muito sucesso enquanto passo a língua nos dentes. Depois relaxo e me deito brincando com a vida no peito forte e protetor dele. Ele dorme e eu o contemplo. Ele ronca e eu rio baixinho. O acordo. Vamos dar uma lavada?, ele convida.
E assim, saímos da cama.
Imaginem se um dia esses corpos relatados, forem apenas virtuais? as imagens falam por si, e o texto significa a vida!