Diluido no momento, eu queria perguntar sobre tantas coisas, mas minha inteligência de homo sapiens, não me permitiu sublimar... então sublimo aqui!!!
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Um
humano,
ser humano,
pessoa,
gente ou
homem é um
animal membro da
espécie de
primata bípede Homo sapiens, pertencente ao género
Homo,
família Hominidae (
taxonomicamente Homo sapiens -
latim: "homem sábio").
[1][2] Os membros dessa espécie têm um
cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o
raciocínio abstrato, a
linguagem, a
introspecção e a
resolução de problemas. Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos
braços para manipular
objetos, fator que permitiu aos humanos a criação e a utilização de
ferramentas para alterar o
ambiente a sua volta mais do que qualquer outra
espécie de
ser vivo.
Evidências de
DNA mitocondrial indicam que o homem moderno teve origem na
África oriental há cerca de 200 000
anos. Atualmente os seres humanos estão distribuídos em toda a
Terra, principalmente nos
continentes e
ilhas do
planeta. No entanto, outros grupos de indivíduos estão voando em
veículos particulares na
atmosfera, outros viajando ao longo dos
oceanos e até mesmo um pequeno número de indivíduos que vivem na
órbita terrestre baixa. A
população humana na Terra, em
abril de
2010, era superior a 6,8
bilhões de indivíduos.
[3] Desde o surgimento da
civilização, os humanos são uma forma dominante de
vida biológica, em termos de distribuição espacial e efeitos sobre a
biosfera do planeta.
Como a maioria dos
primatas superiores, os seres humanos são sociais por natureza, sendo particularmente hábeis em utilizar sistemas de
comunicação, principalmente
verbal,
gestual e
escrita para se auto-expressar, trocar de
ideias e se organizar. Os humanos criaram complexas
estruturas sociais compostas de muitos grupos cooperantes e concorrentes, de
famílias até
nações. As interações sociais entre os humanos criaram uma variedade extremamente grande de
tradições,
rituais,
normas sociais e
éticas,
leis e
valores, que em conjunto formam a base da
sociedade humana. A cultura humana é marcada pelo apreço pela
beleza e
estética o que, combinado com o desejo de auto-expressão e proporcionalmente a um cérebro muito desenvolvido, levou a inovações como a
arte, a escrita, a
literatura e a
música.
O
homo sapiens, como
espécie, tem como característica o desejo de entender e influenciar o
ambiente à sua volta, procurando explicar e manipular os
fenômenos naturais através da
filosofia, artes,
ciências,
mitologia e da
religião. Esta
curiosidade natural levou ao desenvolvimento de
ferramentas e
habilidades avançadas. O ser humano é a única espécie conhecida capaz de criar o
fogo,
cozinhar seus
alimentos,
vestir-se, além de utilizar várias outras
tecnologias. Os humanos passam suas habilidades e
conhecimentos para as próximas
gerações e, portanto, são considerados dependentes da
cultura.
O
cérebro humano é o centro do
sistema nervoso central e atua como o principal centro de controle para o
sistema nervoso periférico. O cérebro controla atividades autonômas involutárias, como a
respiração e a
digestão, assim como atividades conscientes, como o
pensamento, o
raciocínio e a
abstração.
[65] Estes processos cognitivos constituem a
mente, e, juntamente com suas consequências comportamentais, são estudadas no campo da
psicologia.
O cérebro humano é considerado o mais "inteligente" e capaz
cérebro da natureza, superando o de qualquer outra espécie conhecida. Enquanto muitos animais são capazes de criar
estruturas utilizando
ferramentas simples, principalmente através do
instinto e do
mimetismo, a tecnologia humana é muito mais complexa e está constantemente evoluindo e melhorando ao longo do tempo. Mesmo as mais antigas estruturas e ferramentas criadas pelos humanos são muito mais avançadas do que qualquer outra estrutura ou ferramenta criada por qualquer outro animal.
[66]
Embora as habilidades cognitivas humanas sejam muito mais avançadas do que as de qualquer outra espécie, a maioria destas habilidades podem ser observadas em sua forma primitiva no comportamento de outros seres vivos. A
antropologia moderna sustenta a proposição de
Darwin de que
"a diferença entre a mente de um homem e a de animais evoluídos, grande como é, é certamente uma diferença de grau e não de tipo".
[67]Consciência e pensamento
-
Os seres humanos são apenas uma dos nove espécies que passam no
teste do espelho — que testa se um animal reconhece sua
reflexão como uma imagem de si mesmo — juntamente com todos os
grandes macacos (
gorilas,
chimpanzés,
orangotangos,
bonobos),
golfinhos,
elefantes asiáticos,
Pega-rabudas e
Orcas.
[68] A maioria das crianças humanas passam no teste do espelho com 18 meses de idade.
[69] No entanto, a utilidade deste teste como um verdadeiro teste de consciência tem sido contestada, e esta pode ser uma questão de grau, em vez de uma divisão nítida. Macacos foram treinados para aplicar as regras de resumo em tarefas.
[70]
O cérebro humano percebe o mundo externo através dos
sentidos e cada indivíduo humano é muito influenciado pelas suas experiências, levando a visões
subjetivas da
existência e da passagem do
tempo. Os seres humanos possuem a
consciência, a
auto-consciência e uma
mente, que correspondem aproximadamente aos processos mentais de
pensamento. Estes são ditos de possuir qualidades tais como a auto-consciência,
sensibilidade,
sapiência e a capacidade de perceber a relação entre si e o
meio ambiente. A medida como a mente constrói ou experiência o mundo exterior é um assunto de debate, assim como as definições e validade de muitos dos termos usados acima. O
filósofo da
ciência cognitiva Daniel Dennett, por exemplo, argumenta que não existe tal coisa como um centro narrativo chamado de "mente", mas que em vez disso, é simplesmente um conjunto de entradas e saídas sensoriais: diferentes tipos de '"
softwares"' paralelos em execução.
[71] O
psicólogo B. F. Skinner argumenta que a mente é uma ficção de motivos que desvia a atenção das causas ambientais do comportamento
[72] e o que são comumente vistos como processos mentais podem ser melhor concebidos como formas de comportamento verbal encoberto.
[73][74]
O estudo humano que observa mais os aspectos físicos da mente e do cérebro e por extensão do
sistema nervoso, entra no campo da
neurologia, os aspectos mais comportamentais entram no campo da
psicologia, e uma área às vezes vagamente definida entre no campo da
psiquiatria, que trata
doenças mentais e distúrbios comportamentais. A psicologia não se refere necessariamente ao cérebro ou ao sistema nervoso e pode ser enquadrada no plano puramente
fenomenológico ou teorias de processamento de informações da mente. Cada vez mais, no entanto, um entendimento das funções cerebrais está sendo incluído na teoria psicológica e prática, especialmente em áreas como a
inteligência artificial,
neuropsicologia e
neurociência cognitiva.
A natureza do pensamento é fundamental para a psicologia e áreas afins. A
Psicologia Cognitiva é o estudo da
cognição, o comportamento dos
processos mentais subjacentes. Ele usa o processamento de informação como um quadro para a compreensão da mente. Percepção, aprendizagem, resolução de problemas, memória, atenção, linguagem e emoção são todas áreas bem estudadas também. A psicologia cognitiva é associada com uma
escola de pensamento conhecida como
cognitivismo, cujos adeptos defendem um modelo de processamento de informação da função mental, informado pelo
positivismo e pela
psicologia experimental. Técnicas e modelos da psicologia cognitiva são amplamente aplicados e formam a base das teorias psicológicas em muitas áreas de pesquisa e psicologia aplicada. Em grande parte com foco no desenvolvimento da mente humana através da esperança de vida, a
psicologia do desenvolvimento procura compreender como as pessoas chegam a perceber, entender e agir no mundo e como estes processos mudam com a idade. Isto pode incidir no desenvolvimento intelectual, cognitivo, neural, social ou moral.
Alguns filósofos dividem a consciência em consciência fenomenal, que é a própria experiência, e consciência de acesso, que é a transformação das coisas em experiência.
[75] A consciência fenomenal é o estado de ser consciente, como quando dizem:
"Estou consciente". A consciência de acesso é a consciência de algo em relação a conceitos abstratos, como quando alguém diz:
"Eu estou consciente destas palavras." Várias formas de acesso à consciência incluiem a sensibilização, auto-percepção, consciência,
fluxo de consciência, a
fenomenologia de Husserl e a
intencionalidade. O conceito de consciência fenomenal, na história moderna, segundo alguns, está intimamente relacionado com o conceito de
qualia. A
psicologia social une a
sociologia com a
psicologia, em seu estudo comum da natureza e as causas da interação social humana, com ênfase em como as pessoas pensam em relação uns aos outros e como elas se relacionam entre si. O comportamento e os processos mentais, tanto humanos como não-humanos, podem ser descritos através de
cognição animal,
etologia,
psicologia evolucionista e da
psicologia comparativa. A
ecologia humana é uma
disciplina acadêmica que investiga como os seres humanos e as
sociedades humanas interagem com o ambiente natural e o seu ambiente social humano.
[editar] Motivação e emoção
-
A
motivação é a força motriz por trás do
desejo de todas as
ações deliberadas dos seres humanos. A motivação é baseada em emoções, especificamente, na busca de
satisfação (experiências emocionais positivas), e à prevenção de
conflitos. Positivo e negativo são definidos pelo estado individual do cérebro, que pode ser influenciado por
normas sociais: uma pessoa pode ser levada a
auto-agressão ou
violência, porque seu cérebro está condicionado a criar uma resposta positiva a essas ações. A motivação é importante porque está envolvida no desempenho de todas as respostas aprendidas. Dentro da psicologia, a
prevenção de conflitos e a
libido são vistas como motivadores primários. Dentro da
economia, a motivação é muitas vezes vista por basear-se em incentivos, estes podem ser de ordem
financeira,
moral ou
coercitiva. As
religiões, em geral, colocam influências divinas ou
demoníacas.
A
felicidade, ou o estado de ser feliz, é uma condição humana emocional. A definição de felicidade é um tema
filosófico comum. Algumas pessoas podem definir-se como a melhor condição que um ser humano pode ter, uma condição de
saúde física e
mental. Outros a definem como a liberdade de
carência e
angústia, a consciência da boa ordem das coisas, a garantia de um lugar no
universo ou na
sociedade.
A
emoção tem uma significante influência, podemos dizer que serve até mesmo para controlar o comportamento humano, porém historicamente muitas culturas e filósofos, por diversas razões tem desencorajado essa influência por não ser checável. As experiências emocionais percebidas como agradáveis, como o
amor, a
admiração e a
alegria, contrastando com aquelas percebidas como desagradáveis, como o
ódio, a
inveja ou a
tristeza. Há muitas vezes uma distinção entre emoções refinadas, que são socialmente aprendidas, e emoções orientadas sobreviventes, que são pensa-se serem inatas. A exploração das emoções humanas como separada de outros fenômenos neurológicos é digno de nota, especialmente em culturas onde a emoção é considerada separada do estado fisiológico. Em algumas teorias culturais médicas, a emoção médica é considerada tão sinônimo de certas formas de saúde física que não há nenhuma diferença entre as duas. Os
estóicos acreditavam que a emoção excessiva é prejudicial, enquanto alguns professores
Sufi achavam que certas emoções extremas poderiam render uma perfeição conceitual, o que é frequentemente traduzido como o
êxtase.
No pensamento científico moderno, algumas emoções refinadas consideradas um traço complexo neural inato em uma variedade de
mamíferos domesticados e não domesticados. Estas normalmente foram desenvolvidas em reacção a mecanismos de sobrevivência superior e inteligentes de interação entre si e o ambiente; como tal, não é em todos os casos distinta e separada da função neural natural como foi uma vez assumida a emoção refinada. No entanto, quando seres humanos vivem de forma
civilizada, verificou-se que a ação desinibida em extrema emoção pode levar à desordem social e à
criminalidade.
Sexualidade e amor
-
A
sexualidade humana, além de garantir a
reprodução biológica, tem importante função social: ele cria intimidade física, títulos e
hierarquias entre os indivíduos, podendo ser direcionada para a transcendência espiritual (de acordo com algumas tradições); e com um sentido
hedonista de gozar de atividade sexual envolvendo gratificação. O desejo sexual, ou
libido, é sentido como um desejo do corpo, muitas vezes acompanhada de fortes emoções como o
amor, o
êxtase e o
ciúme. A extrema importância da sexualidade na espécie humana pode ser vista em uma série de características físicas, entre elas a
ovulação oculta, a evolução do
escroto e do
pênis na área externa do corpo, sugerindo competição do
esperma, a ausência de um
báculo permanente,
características sexuais secundárias, a formação de casais baseado na atração sexual como uma estrutura social comum e a capacidade sexual das mulheres fora da ovulação. Estas adaptações indicam que a importância da sexualidade no ser humano é semelhante com a encontrado no
Bonobo e que o comportamento sexual humano complexo tem uma longa história
evolutiva.
Escolhas humanas em agir sobre a sexualidade são normalmente influenciadas por normas culturais, que variam de forma muito ampla. As restrições são muitas vezes determinadas por crenças religiosas ou costumes sociais. O pesquisador pioneiro
Sigmund Freud acreditava que os seres humanos nascem
polimorficamente perversos, o que significa que qualquer número de objetos pode ser uma fonte de prazer. Segundo Freud, os seres humanos, em seguida, passam por cinco fases de desenvolvimento psicossexual (e podem fixar-se em qualquer fase por causa de traumas diversos durante o processo). Para
Alfred Kinsey, outro influente pesquisador do sexo, as pessoas podem cair em qualquer lugar ao longo de uma escala contínua de
orientação sexual (com apenas pequenas minorias totalmente
heterossexual ou totalmente
homossexual). Estudos recentes da
neurologia e da
genética sugerem que as pessoas podem nascer com uma predisposição para uma determinada orientação sexual ou outra.
[76][77]