quarta-feira, 19 de outubro de 2011

trans, trav, e travados...

 todo sentido...
ele me disse: as travestis são especiais...

seguidores das almas mortas...

quando perci - bi que tinha morrido?
-eu estava em um lugar totalmente sombrio...
olhava para o chão, e sonhava que era a galinha emengarda...
nos sonhos eu tomo Cham e nos dias frios chá...
mas nestes dias frios... tenho tomado cerv
e nem gosto de beber
há morri!
mas na vida o alcool...
é liberado... uma droga da sociedade...
drogamos com alcool quando no fundo pouparia mais se pude....
bebado? preferem bebada...
a socio patia da socio edade.... all coo laaaa...
cola...
coca

de iná...
Amar nunca mais.... nunca alcool de mais... apesar de ser sociável...

A alma morta faz coisas que nã gosta, desiste das suas vontade, e anda num caminho onde luz e sombra se fundem para dar início a uma chama interna... os seguidores encontram almas vivas e as matam, perceguem e destroem sua feição... os seguidores pegam meninas de 19 e arrancam suas peles... e as obrigam a vestir suas carapaças ao longo da sua existência...

Meu amor morreu...

Meu amor morreu, em baixo de uma ponte qualquer...
Meu amor morreu na beleza dos encantos e encontros... da sublime verdade cruel dos dias in... fe (suspiro) lizes... (tosse)
Meu amor morreu quando te ví em sonho, fugindo de mim.
Agora minha beleza morreu...  quando entendi que difente de Clov,
eu realmente estou te deixando...
o jogo no tabuleiro da vida, o fim de partida...
Medo? não é medo isso que eu sinto, é o fim mesmo...
Mas os campos estão mais verdes, o ceú ainda continua cinza...
Você parece brasileiro! não, você é brasileiro, e  eu?
bem eu sou inglesa... ou capixaba, ou alucinada? Not!
 But!!!
eu sou nada, do que sinto e tudo que falo, a cinzas, o caixão, a morte...
porra!!! por que desejo a morte todos os dias? por que penso todos os dias no tiro no ouvido,
no salto no vazio... de um prédio Klein, aquele mais alto, e muito alto?
A bala no pé do ouvido?
não! isso é não é cocaina! ao contrário dos caretas, posso sentir tudo as claras, ou no escuro
do que não vejo mais, por que os olhos de quem vê?

eu sou cega, mas não sou Ham! talvez eu seja Clov, talvez, talvez... algum dia quem sabe?


Agora com a alma dilacerada, eu sou cinza, morta e linda, como o belo grostesco da viver...
Homem me olha? mas agora o que tu vê? Nada... Nada que não seja o drink da noite seguinte, vestida de Oxum e Oxum se cansa de ver...

Oxum é água doce!

Mas o fel desce nos lábios amargos de jiló!!!

O velorio... não nada pode parecer tão zero assim, ela ainda conserva nos olhos... o brilho dos sonhos, perdidos, dos beijos doces, das mãos quentes e dos dias que não foram como em seus sonhos...

mas no fim sobra apenas na memoria: cheiros, lembranças... e nada?