segunda-feira, 10 de maio de 2010

O jogo da vida.




Estava em Perdizes ainda, quando comecei a refletir, sobre o jogo da vida, a versão possível sobre a relação entre a vida e a arte, e como relacionamos isso com nossa vida, afinal de conta, temos relações que são estendidas, e as pessoas fazem parte da nossa história de vida, um caminho ao qual somos nós que vamos defender, como as relações não permeiam limítes certos e específicos.

Cada obra, cada trabalho, cada hitória que passamos juntos, delineando um conchavo, uma parceria, o que normalmente, não aconteceria no passado acontece agora, não damos o sangue a nada e nem queremos confiar no outro, porque vivemos desconfiados, e claro neste jogo.
Quando alguem não acredita mais, e acreditar no jogo das relações são coisas que não tem medida, a medida da confiança, é a entrega: O querer fazer e realizar. Eu tenho certeza, estou muda!!! tenho que me manter mudar, o nú metálico, entre as letras do meu computador branco, a maça, sem programas, imgrante da máquina originaria.

Mas eu tenho fome, os caras do viaduto tem fome, há fome? quando se tem fome não se regurgita, então preciso engolir o vazio e o topor de entender que a ferida esta aberta e agora eu grito...

Quando queremos falar, de questões de arte e vida, as coisas vão se confundindo, nem sei mais do que falo, há sim o jogo da vida, o jogo...

E vai vindo na idéia, o desarranjo que estou montando, a fragilidade do fato me conduz a pergunta de 2 anos atrás, quando meus cabelos ainda eram grandes e eu fazia o Bixo... A vida é um jogo? e termina com a morte...
Não! não, calma... vai terminar assim: não posso, tenho que ao fim desta hitória reproduzir caladinha tudo aquilo que ví... eu ví... e senti...

O que eu senti, fora o desconforto de me vez sozinha lá, e sem a base: O Pessoal do Projeto, eu estou sozinha, por que não ter com aqueles que não podem tomar do meu vinho, eu escuto a experiência agora, estou na aula... aqui nesta banca!

"No discurso onde ao falar de matemática e de jogos, tudo se encontra a experiência da vida, o rapaz que esta apresentando a banca fala sobre sua turma e discorre sobre a atuação e relação ao uso de jogos digitais, em especial o Myst, um jogo que tem como característica a utilização de "tempo" como principal objetivo no jogo, já que o jogo não tem lutas, e nem define um vencedo. Agora a professora Lucia Leão fala, e define como uma pesquisa original, e bem feita, a questão colocada é que o trabalho não fala só sobre o jogo mas sobre a relação entre pessoas."

A relação entre o tempo e a vida... entre os encontros e como tudo vai voltando como uma espiral e retorna ao mesmo, labirintica: a pessoa... e cada pessoa tem suas relações, e a vida só existe, por que somos relações, não posso agora deixar de afirmar...

O tempo passou entre muitos agora eu estou sozinha... eu fiz a espiral e a roda esta destinada a mim mesmo...

não vamos mais mentir, não creditamos, não fazemos parte de um coletivo, ele não existe, se existir por favor me avisem!
Preciso escutar!!!!

6 comentários:

Juan Moravagine Carneiro disse...

"...Arder na água, afogar-se no fogo..." (Bukowski)

"...NÃO ME interessa o decorativo,nem o bonito,nem o doce, nem o delicioso. A arte só serve para alguma coisa se é irreverente,atormentada, cheia de pesadelos e desespero. Só uma arte irritada,indecente,violenta, grosseira, pode nos mostrar a outra face do mundo, a que nunca vemos ou nunca queremos ver, para evitar incômodos a nossa consciência..."

Pedro Juan Gutiérrez

Unknown disse...

A distância que a linguagem e a tecnologia nos impõe, não afasta os verdadeiros amigos.
É claro que ainda somos um coletivo!

Adriane Gomes disse...

não sei mais o que somos... não faço questão de ser mais... não me comprometo com aquilo que depois pede me decepcionar... cada uma faz a sua arte e todo mundo quer performar nas suas coisas... pensar no outro? acha que isso existe?

O Portal disse...

Se a gente não pensar no outro não existe vida não existe jogo, por mais que a gente pense assim, não estamos sozinhos neste mundo, feche os olhos e esvazie sua mente que tu vai escutar e sentir.
E talvez jamais saberemos o que realmente somos
vai de cada um acreditar, eu acredito, mesmo que a maioria da humanidade pense ao contrário.
bjos

Adriane Gomes disse...

eu sei o que figimos acreditar, eu sei... opinião minha: não existe coletivo aqui agora, na minha vida... para isso mudar precisaria acontecer algo que prove a existência de tal... fora isso é balela, não estou falando do mundo nem dos problemas da humanidade, estou pensando micro... não quero ser enganada e não vou enganar ninguem... só pensar no que o senhor me disse antes de viajar pra terra santa! se lembra? eu me lembro! é isso meu caro!

Adriane Gomes disse...

ps: não somos coletivo!