A crítica tira a vida das produções humanas, transformando-as em patéticas, desengonçadas e ridículas máquinas frias. E assim, o crítico também congela em si tonalidades emocionais e momentos de si mesmo, tentando em sua arrogância expurgar tudo o que é úmido, pulsante e carnudo. De forma geral, está certo no que fala, mas o assunto ao qual se dedica é semelhante ao do médico que cuida de profundos ferimentos. Ambos vislumbram um ideal harmônico, do qual a situação real se difere. A diferença na maneira com a qual agem porém, é que durante a raspagem do osso, o crítico parece não se sentir responsável pelo dano de, juntamente com o tecido necrosado, ter arrancado um grande naco de carne viva. Aliás, sente grande prazer com isso, pois goza um orgasmo de abutre ao sadicamente punir todo canto úmido, pulsante e carnudo como se fosse necrose. Do cheiro da buceta só capta o peixe, do cheiro do sovaco só o azedume. Da boceta diz nojenta e do sovaco diz sujo. Enfio o dedo na boceta e o chupo em seguida, lambo meu sovaco no fim do dia para eles. Tenho raiva da crítica, que quer reprimir o meu tesão e isolar a área. Não deixo!
PS: Lola não é meu codinome ela existe!
2 comentários:
é isso ai Lola crítitica neles
Bela e intensa bofetada no gosto "público"...
abraço
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