quinta-feira, 13 de maio de 2010

Klein - Vídeodança - Projeto Salamandra




A linguagem,o domínio da linguagem... aquele que tem o dominio da linguagem domina a nação... neste trabalho havia viajado para a Holanda em 2009 sem falar nada em inglês, ao chegar lá estava completamente analfabeta e muda, não havia diálogo, e a maior parte do tempo eu ficava em silêncio e em alguns momentos eu tive muita vontade de falar e de entender o que se falava, depois de alguns dias eu me sentia presa e ao mesmo tempo que sentia vontade de voltar logo para o Brasil, apesar de não ter conhecido todos lugares que queria conhecer, eu estava completamente tomada pelo desejo de possuir a linguagem e fazer parte de tudo que acontecia...

Projeto Salamandra - VI Festival de Apartamento

terça-feira, 11 de maio de 2010

Eu sou o Bixo

O relato mas comovente da vida é saber a necessidade e aceitação do que se é, o que eu sou? quem sou? vamos caminhando em busca de encotrar nossos caminhos, e o encontro com a natureza, é comprender que somos bichos e somos mesmo!

VERTICAL - Projeto Salamandra - Performance

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O jogo da vida.




Estava em Perdizes ainda, quando comecei a refletir, sobre o jogo da vida, a versão possível sobre a relação entre a vida e a arte, e como relacionamos isso com nossa vida, afinal de conta, temos relações que são estendidas, e as pessoas fazem parte da nossa história de vida, um caminho ao qual somos nós que vamos defender, como as relações não permeiam limítes certos e específicos.

Cada obra, cada trabalho, cada hitória que passamos juntos, delineando um conchavo, uma parceria, o que normalmente, não aconteceria no passado acontece agora, não damos o sangue a nada e nem queremos confiar no outro, porque vivemos desconfiados, e claro neste jogo.
Quando alguem não acredita mais, e acreditar no jogo das relações são coisas que não tem medida, a medida da confiança, é a entrega: O querer fazer e realizar. Eu tenho certeza, estou muda!!! tenho que me manter mudar, o nú metálico, entre as letras do meu computador branco, a maça, sem programas, imgrante da máquina originaria.

Mas eu tenho fome, os caras do viaduto tem fome, há fome? quando se tem fome não se regurgita, então preciso engolir o vazio e o topor de entender que a ferida esta aberta e agora eu grito...

Quando queremos falar, de questões de arte e vida, as coisas vão se confundindo, nem sei mais do que falo, há sim o jogo da vida, o jogo...

E vai vindo na idéia, o desarranjo que estou montando, a fragilidade do fato me conduz a pergunta de 2 anos atrás, quando meus cabelos ainda eram grandes e eu fazia o Bixo... A vida é um jogo? e termina com a morte...
Não! não, calma... vai terminar assim: não posso, tenho que ao fim desta hitória reproduzir caladinha tudo aquilo que ví... eu ví... e senti...

O que eu senti, fora o desconforto de me vez sozinha lá, e sem a base: O Pessoal do Projeto, eu estou sozinha, por que não ter com aqueles que não podem tomar do meu vinho, eu escuto a experiência agora, estou na aula... aqui nesta banca!

"No discurso onde ao falar de matemática e de jogos, tudo se encontra a experiência da vida, o rapaz que esta apresentando a banca fala sobre sua turma e discorre sobre a atuação e relação ao uso de jogos digitais, em especial o Myst, um jogo que tem como característica a utilização de "tempo" como principal objetivo no jogo, já que o jogo não tem lutas, e nem define um vencedo. Agora a professora Lucia Leão fala, e define como uma pesquisa original, e bem feita, a questão colocada é que o trabalho não fala só sobre o jogo mas sobre a relação entre pessoas."

A relação entre o tempo e a vida... entre os encontros e como tudo vai voltando como uma espiral e retorna ao mesmo, labirintica: a pessoa... e cada pessoa tem suas relações, e a vida só existe, por que somos relações, não posso agora deixar de afirmar...

O tempo passou entre muitos agora eu estou sozinha... eu fiz a espiral e a roda esta destinada a mim mesmo...

não vamos mais mentir, não creditamos, não fazemos parte de um coletivo, ele não existe, se existir por favor me avisem!
Preciso escutar!!!!

Aos meus amigos!

Há alguns dias, os caros amigos, vem acompanhando a crise que tem me rondado, onde tudo se parece com o Inferno, o inferno é ligado a morte, ao desencarne, e finalmente ao local onde aqueles que fizeram maldade, vão...
Sim, senhores, o inferno é um lugar negro, escuro, o avesso do céu...
Logo para se chegar completamente no inferno primeiramente é preciso morrer! e tem algo que vem me matando todos os dias...
Uma dúvida desgraçada me ronda, e eu nem concigo escrever por que tenho vergonha... a merda vem completa, quando a arte fica categorizada, e alguem me questiona sobre a performance... Karalho... minha arte... minha? Porra a alguna anos atráz eu pintava, desenhava, e nunca me preocupei se aquilo era ou não arte, depois fiz teatro, passei por cada canto de um teatro, lavei banheiro, passsei roupas, fiz maquilagem, tudo... tudo...
e até atuei... Mas nunca me ví de fato como uma artista, a não ser pelo fato de ser...
Ser o que é e nada mais... Mas agora vem dentro de mim essa dúvida maldita, eu não sei que estou fazendo, ou o que não estou fazendo... ou talvez o que devo fazer?
Se agora me decidir não fazer Performance pelo simples fato de não saber mais nada, de não sentir mais nada e de perceber que talvez a forma ao qual tenho dialogado sobre o assunto me deixa inquieta e com medo... sim mêdo! e esse mêdo tem matado minha vontade de criar e tudo que tenho feito parece não fazer mais sentido...
e por não fazer... mais próximo a morte estou, não a morte verossímil mas sim a morte de arte que talvez um dia existiu dentro de mim...
não vou mais performar, não mesmo, não quero! não posso, por que tudo que já fiz parece não ter mais sentido... Vejo que meus amigos não confiam mais em mim, vejo que as pessoas tem dúvidas, e vejo que agora, o mar revoltoso me toma e que na verdade eu não quero mais... querer... esta aí o ponto fundamental, fui abandonada e o barco esta ainda no alto mar... fugiram todos... todos... t o d os, a nnao ser aqueles que chegaram depois das fotos com o Leandro Penna, unico que teve conragem o bastante para assumir até o fim a hitória... mas e o resto: um bando de buscadas de frango? não... livre arbitrio, mêdo/ desconfiança... tudo isso junto?
e no dia seguite precisei fazer uma Analise, tinha que ser com um artista, não podia ser qualquer um, e o Shima veio como um Deus... e fui contando minhas ângustias e minhas urgências, e depois disso, nunca mais pude ser a mesma... um segundo BUmmm tudo mudou... Pensa, Pensa...
E a chave vai abrir as portas, a hora e de mudar tudo! Tudo... e quem sabe isso pode alterar minha percepção das coisas... da minha vida... não é tão bom ou tão ruim, continuo no inferno, por que sou má, e as meninas que são más merecem o inferno!!!!!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Tempo, horas e amor...

O dono do tempo eu... o dono do meu tempo... não, mentira! o dono do tempo, o relógio... o dono do tempo, nós...

Longe da pieguice que é chorar por amor, eu falo do tempo, aquele mesmo que afasta, ou aproxima... pensando em como os amantes se correspondiam, entre o mundo e o Brasil, me acalmo um pouco, por que as cartas demoravam dias e dias para chegar, e quando chegavam já estavam com notícias e informações não tão certas, ou jea defasadas, a medida em que vivemos, cada dia um dia... e tudo por que existe tempo, e ele passa... e passa mesmo...
Quando conhecemos uma pessoas que nos interessa o tempo se alonga e começamos o rito de conhecer, então o tempo se torna aquilo que é... rápido, inconstante, e vivás... depois se o amor passa... e ainda estão juntos... a tempo maldito, não passa nunca, vai lento, calmo, tedioso..
quando estamos correndo para assistir um espetáculo o tempo desesperador é contado aos seus segundos, se você gostar nem vê o tempo passar... mas se o espetáculo não lhe prende a atenção, começa a inquietação e o tempo se prolonga e se torna infinito...
não é como aqueles espetáculos que nos fazem dormir... é diferente, é a vontade de fazer coisas que você não fez, tipo ligar pra sua mãe... twitar e lará, lará...
O tempo já é passado, o tempo é agora, o tempo demarcador das heras e das horas, ao qual somos escravos diante do Deus Sol, o "sol" é isso a chave do tempo...
E natal novembro do ano passado, e percebia que as 04 da manha o sol nascia e se fincava lá, absoluto, dono de tudo, e eu acordava, e as 05 já estavá caminhando na praia, era uma senssação que a vida começava mais cedo, e eu claro começa a vida mais cedo e também morria no sono mais cedo...
A morte do tempo acontece em um momento, quando o corpo não responde mais entre a luz e a escuridão... não te interessa mais se é cedo ou tarde... é agora... a hora... e lá vamos nós! Mais um dia de aula, horários e tempo...
Quando estive na Holanda eu percebia que o tempo era diferente e todos os sentidos... o sol no fim dos dias... e o tempo de Van Gogh, o sol da tarde... sim o sol da tarde!!!